10 de abr de 2013

Notícias de última hora!




Importante para quem se programou ou  teve interesse em participar do extensivo este ano:

Em função de sobrecarga na agenda das integrantes do grupo em seus trabalhos individuais, o grupo Masala vai prorrogar o curso extensivo para nova data em 2014, gerando novos planos de trabalho que coincidam com as datas disponíveis em 2013.

Em vez do curso extensivo, vamos fazer uma versão Workshop, aberta ao público do tribal, no dia 25 de agosto, das 13 às 18h, no espaço Al Málgama em Porto Alegre e também na ocasião da Mostra:


Vamos realizar a Primeira Mostra de Dança Tribal e Experimental do RS no final de novembro. Podem ir agitando seus grupos com muita criação e originalidade, para trazer o máximo de movimento e beleza para esta arte aqui na nossa terra! Ainda estamos definindo o local, que será em Porto Alegre. Em breve divulgaremos.
Em junho, o grupo Masala estará presente no 2° Encontro Etnocultural com Joline Andrade em Caxias do Sul. No dia 14 de agosto, no show do Grupo Al-Málgama.

Através da nossa página do Facebook, manifeste seu interesse e enviamos para você os dados sobre a inscrição para a Mostra e os Workshops.

E segue o baile! Aguardamos vocês!




29 de jun de 2011

Para pesquisas sobre o flamenco

 Clique no título. Este site tem bastante informação e dicas de vídeos interessantes sobre o flamenco, um dos assuntos da próxima aula do curso. Boa viagem!

Música


4 de jun de 2011

Indicação de filme



Meetings with Remarkable Men (Encontros com Homens Notáveis)

É um filme britânico dirigido em 1979 por Peter Brook e baseado em um livro do mesmo nome. Um livro de autobiografia, ele foi originalmente publicado em 1963 e narra o conto de Gurdjieff, crescendo em um mundo dividido entre suas experiências místicas ​​e o desenvolvimento das ciências modernas. O livro apresenta as lembranças de Gurdjieff sobre os vários "homens notáveis", que ele reuniu-se, começando com seu pai. Dentre estes homens, incluem o padre Arménio Pogossian; seu amigo Soloviev, o príncipe Lubovedsky (um príncipe russo com os interesses metafísicos), entre outros.
No curso de descrever estes personagens, Gurdjieff tece suas histórias dentro da vivência de suas próprias viagens, onde ele agrega os ensinamentos de mestres espirituais e textos de varias nações (principalmente da Ásia Central). Gurdjieff chama este grupo “Buscador da Verdade”.
A maioria deles de fato acha a "verdade" na forma de um destino espiritual adequado. A filosofia subjacente, especialmente articulada em um apêndice, as quantias para a afirmação de que geralmente as pessoas vivem suas vidas dormindo, inconscientes de si mesmos, e agem como máquinas, sujeitas a causas externas e pressões. Além disso, uma das principais avaliações da novela é que as pessoas das épocas passadas viviam em condições mais adequadas e mais altas níveis internos do que as pessoas hoje. Muitas outras harmonias ocultas são mencionadas ou aludidas.
Filmado no Afeganistão (exceto pelas seqüencias de danças, que foram filmadas na Inglaterra), ele estreou com Terence Stamp, e Dragan Maksimovic como Gurdjieff na idade adulta.

obs: O filme pode ser visto pelo Youtube! segue a URL:  

http://www.youtube.com/watch?v=14Jgk1pNMus

27 de fev de 2011

Alguns estilos de Tribal

Listamos aqui, para satisfazer algumas dúvidas iniciais, exemplos do que são os estilos de tribal que trabalhamos no grupo.

Fusão dança do ventre + contemporânea: Urban
Fusão dança do ventre + dança indiana: Bellywood
Fusão danças ritualísticas: indiana, africana, egípcia, celta
Fusão dança do ventre + flamenco
Fusão dança do ventre + burlesque
Fusão dança do ventre + danças brasileiras
Tribal gótico
Improvisional Tribal Style: ITS
Fusão dança do ventre + dança polinésia: Bellynesian
Fusão dança do ventre + tango: Bellytango
Fusão dança do ventre + dança asiática (China, Japão, Tailândia)


ITS

Flamenco

Bellywood

Ritualístico

Gótico

Fusion

Ritualístico

Bellytango
Bellynesian

Ásia

Urban

Flamenco

Fusion

gótico

Brasileiro

Burlesque

Breve história de Duncan


A bailarina Isadora Duncan foi a iniciadora do balé moderno, possuía uma atitude transgressora e espírito livre que se tornaria um símbolo para o feminismo.
Ela causou escândalo em sua época ao trocar os Estados Unidos pela União Soviética, afirmando: “Prefiro viver de pão preto e vodca e sentir-me livre, a gozar as delícias da vida americana sabendo-me prisioneira.”

Isadora Duncan era a segunda dos quatro filhos do poeta Joseph Charles e da pianista e professora de música Dora Gray Duncan. Nasceu em 27 de maio de 1877, em São Francisco, e viveu uma infância atípica para os padrões da época. Filha de pais divorciados, ela, a irmã e os dois irmãos, foram criados na pobreza por sua mãe solteira, e além de receberem a educação formal, a mãe fazia questão de dar-lhes desde cedo, aulas particulares de literatura, poesia, música e artes plásticas.

 Quando ela tinha ainda quatro anos, começou a freqüentar aulas de balé clássico. Na adolescência se apresentava acompanhada dos três irmãos ao som do piano de sua mãe. Desde cedo ela dava mostras de um temperamento transgressor, que a leva a abandonar as convenções do balé da época. As técnicas convencionais do balé clássico e romântico eram extremamente rígidas. Pedia a utilização do espaço geométrico do palco de maneira axial simétrica, durante as apresentações, o homem era sempre o líder e condutor dos movimentos, auxiliando também as mulheres, que deveriam preservar uma dança discreta, e o andar suave.
Aos 11 anos, a jovem Isadora já apresentava uma sensibilidade muito particular, desenvolvendo uma maneira própria de dança. Nessa idade começou também a dar aulas de sua nova técnica. Isadora considerava antiquadas as técnicas clássicas e as sapatilhas de ponta, além de serem incômodas e deformarem o corpo feminino. Foi ela a primeira manifestação substancial do movimento de ruptura que surgiria dentro do balé e que buscava uma forma de dança mais livre e expressiva. Nas palavras dela: "A beleza da arte não é feita de ornamentos, mas daquilo que flui da alma humana inspirada e do corpo que é seu símbolo..."

O surgimento do balé moderno
Em sua aversão pelo balé clássico chegou ao extremo de afirmar: "eu sou inimiga do balé, o qual considero arte falsa e absurda, que de fato está fora de todo o âmbito da arte". Ao romper com os padrões clássicos, Isadora Duncan propõe uma dança liberta de espartilhos, meias e sapatilhas de ponta, apresentando-se em espetáculos solo baseados em improvisações, dando ênfase aos gestos corporais assimétricos. Seus movimentos eram inspirados nos fenômenos na natureza, como o fluir das ondas do mar, do vento, e força das tempestades.

Para sua nova expressividade, Duncan foi buscar referências nas danças rituais da Grécia antiga. Passou a dançar de pés descalços vestindo apenas coloridas túnicas de seda, o que causou escândalo entre a conservadora mentalidade da época. Sua semelhança com as danças gregas podem ser conferidas através da comparação das antigas lápides de dançarinas gregas em rituais dionisíacos com fotos das dançarinas que seguiram a linha de balé iniciada por Isadora Duncan. Revolucionou ainda o repertório musical do que era considerado apropriado para temas de dança, e incorporou a seus trabalhos, peças como as de Chopin e Wagner, que na época eram executadas tão somente para serem ouvidas. “Tive três grandes mestres, os três grandes precursores da dança no nosso século: Beethoven, Nietzsche e Wagner”, dizia ela, que gostava de citar o filósofo Friedrich Nietzsche entre os compositores alemães. Inovou também a estética do palco, utilizando tão somente uma cortina azul como cenário, que visava reforçar a importância da expressividade do dançarino sem recorrer a subterfúgios que ela considerava artificiais e “vazios”.

Durante o desenvolvimento de sua carreira, cada vez mais caminhava para um estilo pessoal único. Visando realçar a emoção do dançarino, valorizou os movimentos espontâneos, mas não ausentes de técnica. Para aperfeiçoar seu balé, se entregou a estudos aprofundados sobre a origem da dança e suas diversas expressões em diferentes culturas, tais estudos resultaram em uma série de textos e ensaios teóricos sobre a dança, o papel da cultura e a vinculação com seu trabalho. "Desde o início sempre dancei minha vida", disse ela, certa vez, demonstrando a maneira particular como encarava a sua arte.

O sucesso na Europa
Quando completou 18 anos, procurando expandir sua carreira, Duncan se mudou para Chicago, onde foi contratada por Augustin Daly, o maior empresário teatral da época.
Com ele, fez diversas excursões, passou por Nova Iorque e Londres onde dançava também em reuniões organizadas por damas da alta sociedade que a levaram em 1900, para Paris. Com sua chegada à França, desde sua primeira apresentação causou grande polêmica com seu balé revolucionário e seus véus transparentes; e onde finalmente acabou encontrando o reconhecimento que buscava quando se apresentou no teatro Sarah Bernhardt. Rapidamente conseguiu fechar contratos para se apresentar na Alemanha, Hungria, Rússia, Grécia e uma turnê por cidades da Boêmia.

 A bailarina promoveu uma reviravolta não só na dança como também nos costumes. Dona de uma postura irreverente, provocou a ira conservadora de muitos. Era avessa à instituição do casamento e diz em sua autobiografia: “Comecei a observar o rosto das senhoras casadas, amigas de minha mãe, e não houve um em que eu não achasse a marca do monstro de olhos verdes e os estigmas da escravidão. E fiz o voto de jamais me rebaixar a situação tão degradante, ainda que isso viesse me custar, com de fato veio, uma quebra de relações com minha mãe e a incompreensão do mundo”. Ela causou escândalo na época por seus tórridos casos amorosos com diversos amantes, entre eles o produtor teatral Gordon Graig, com quem teve sua filha Deirdre; e o milionário herdeiro do império das máquinas de costura, Paris Singer, pai de Patrick. 
Seu espírito livre tornou-se símbolo da independência feminina.
Funda em 1904 sua primeira escola de dança, em Grunewald, na Alemanha, dirigida por sua irmã Elizabeth. Isadora dava preferência para meninas pobres e cuidava de suas necessidades materiais e físicas, além do ensino acadêmico tradicional. Estas meninas eram conhecidas como “Les Isadorables”, algo como “As Isadoráveis”, que demonstra o carinho que ela tinha pelas crianças.

Desde o início da carreira, Isadora sempre pensou investir seus ganhos na educação de jovens, aperfeiçoando novos talentos.
Apesar da escola, Isadora continuou trabalhando ativamente e se apresentou com sua companhia em todas as principais capitais européias e diversas cidades dos Estados Unidos, sendo ovacionada por onde passava.
Desgraçadamente, em 1913, seus dois filhos, Deirdre e Patrick, morreram afogados quando o carro em que estavam caiu dentro do rio Sena, juntamente com sua governanta. Profundamente abalada, a bailarina cancelou todas suas apresentações e permaneceu durante meses afastada dos palcos. Um ano depois sua tragédia continuou, quando deu à luz um terceiro bebê do sexo masculino, que morreu poucas horas após o parto.
Quando explodiu a Primeira Guerra Mundial, Duncan retornou aos Estados Unidos para realizar uma turnê com sua companhia, mas foi barrada no aeroporto pelo fato de suas bailarinas serem alemãs. Para resolver a questão, Isadora adotou todas as seis garotas.
Em 1916 excursionou também pela América do Sul, e chegou a fazer uma apresentação no Brasil, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

O chamado dos sovietes
Isadora na Escola Soviética de Dança, em Moscou Depois do final da guerra, Isadora partiu para mais um turnê européia, e vivia em Paris novamente quando, na primavera de 1921 recebeu um telegrama do governo soviético que dizia: “Só o governo dos sovietes é capaz de compreendê-la. Venha para nós. Faremos aqui sua escola. Amizade. Assinado: Anatol Lunatcharski, comissário do povo na Instrução Pública encarregado das belas-artes.”
Ao que ela respondeu: “Aceito. Irei à Rússia, ensinarei suas crianças. Quero apenas que me dêem um estúdio e o dinheiro indispensável para trabalhar”. A resposta do governo soviético foi “sim”, e Isadora partiu imediatamente de navio para Moscou.
Chegando lá, o Comissariado da Educação lhe destinou o palácio Balachova, um casarão de dois andares, onde cerca de mil crianças estavam matriculadas. Em 1921 era fundada a Escola Soviética de Dança, em Moscou.

A seguir, saiu em mais uma turnê pelos Estados Unidos, a qual foi abreviada em virtude da polêmica que causavam seus discursos em favor da União Soviética. "Amo a Rússia, porque a Rússia possui tudo o que falta aos Estados Unidos...” disse ela em discurso. E em sua última entrevista ela ainda afirmou: “Não vejo a hora de chegar à União Soviética. Prefiro viver de pão preto e vodca e sentir-me livre, a gozar as delícias da vida americana sabendo-me prisioneira... Na Rússia, temos liberdade. O povo americano ainda não sabe o que é isso...”

 No ano seguinte casou-se com o poeta soviético Serguei Iesienin. A despeito do que se costuma afirmar a seu respeito, esta não foi uma contradição no seu comportamento transgressor. Em sua autobiografia ela afirma: “Uma das melhores coisas realizadas pelo governo dos Sovietes foi a abolição do casamento. Duas pessoas que querem fazer uma vida em comum, deixam seus nomes em um livro onde há impresso logo abaixo a seguinte declaração: ‘Esta assinatura não implica qualquer responsabilidade das partes e pode ser anulada por simples pedido de um dos interessados’. Esta espécie de casamento é a única que pode convir a uma mulher de espírito emancipado, e não foi de outra maneira que eu compreendi e realizei.”

Esta sua união foi tempestuosa e durou cerca de dois anos, culminando com o suicídio do poeta em 1925, que se matou enforcado com a correia de sua mala um ano após o final do relacionamento dos dois.
Após a separação, Isadora voltou para a França e passou seus últimos anos na cidade de Nice, na Riviera francesa. Nessa época havia já abandonado os palcos e atravessava uma fase de decadência, tomando remédios e vivendo entregue ao alcoolismo. Escreveu em 1927 o livro autobiográfico “Minha vida”, em que relata os principais fatos de sua vida e carreira até o momento em que vai para a União Soviética.

 Aclamada como iniciadora do balé moderno e um espírito vivo da dança, discriminada pela postura independente e revolucionária, inspirou poetas e artistas e é ainda hoje um ícone de sua época.
Em 14 de setembro de 1927, aos 49 anos, morreu da mesma forma espetacular como viveu. Estava instalada no banco traseiro de seu carro conversível, que era dirigido por seu motorista. O xale enrolado ao seu pescoço dançava ao vento quando as franjas do xale enroscaram-se na roda do veículo. Sua cabeça foi lançada para trás e a nuca foi quebrada. Morreu estrangulada. Ironicamente, desde a morte de seus filhos, Deidre e Patrick, ela se recusava a entrar em carros fechados.
Em homenagem à bailarina, foi criada em 1979, a Isadora Duncan Dance Foundation, em Nova Iorque. Os arquivos pessoais de Isadora Duncan estão atualmente no Lincoln Center, também em Nova Iorque.
28 de setembro de 2007

25 de fev de 2011

Mudanças e expectativas!



Olá! Este ano temos algumas novidades e projetos para a dança tribal.
Para quem ainda não conhece, vale dar um passeio pelo blog, ou ainda visitar páginas bacanas e informativas sobre esta modalidade, escritas por colegas brasileiras que também se dedicam e vem consolidando cada vez mais a qualidade do nosso tribal aqui no Brasil. Logo abaixo, estarei listando as recomendações.

Para quem já conhece, mas ainda quer aprofundar, ou ainda, pra quem já tem uma experiência com dança do ventre e quer conhecer bem os estilos da dança tribal, aqui em Porto Alegre ofereceremos todos os anos o Curso Extensivo de Dança Tribal, no qual abordamos todos os principais estilos através de uma super aula, que dura o dia todo, que inclui toda a teoria (explicação sobre o estilo, exemplos em vídeos), prática voltada para técnicas de movimento, a expressão característica e principalmente o desenvolvimento da criação coreográfica, que enfatizamos muito por que acreditamos que sua criatividade é o que fará você aprender de verdade, pois trará segurança e ampliará o seu potencial como bailarina, sem se tornar dependente de mais ninguém. Você saberá o caminho, por onde estudar, o significado da sua dança e terá as ferramentas necessárias para sua criação.

O diferencial para este ano é a inclusão da confecção dos figurinos (tecido e modelagem) já no valor final, cada uma somente irá se ocupar de seu bordado, que é uma das coisas que consideramos importante na identidade de cada uma no grupo.

Também incluso estará a filmagem e a fotografia do espetáculo final, evitando maiores preocupações quando da correria para preparação das coreografias para o mesmo.
Enfim, tudo para dinamizar e focar nossa atenção exclusivamente para nossas metas: concluir o curso com um imenso aprendizado, poder dedicar-se integralmente à parte artística e fazer um show maravilhoso para todos que participarem e assistirem!
E mais: estamos trabalhando para que as alunas do curso e das aulas regulares, assim que preparadas, possam participar conosco de shows periódicos durante o ano, onde se possa exercitar no palco o que está sendo aprendido.

Todas as meninas que participam dos nossos cursos e shows estão automaticamente fazendo parte do nosso elenco de apoio e poderão participar dos nossos eventos em todos os anos seguintes também!

Quanto ao material didático, a novidade é que faremos um polígrafo muito legal, encadernado, com fotos coloridas e todos os textos e referências que utilizamos para esclarecer cada assunto abordado em aula.
E para finalizar, disponibilizamos o coffe break a tarde, sempre com frutas e outras gostosuras que naõ podem faltar...

A localização do curso :

Espaço Al Málgama
Santana, 1372 - Bairro Santana - Porto Alegre

E claro que, para as colegas de outras cidades e estados, caso tenham interesse em conhecer nosso trabalho, estamos sempre disponíveis para realização de eventos e cursos com outras escolas.

Aqui embaixo, sugestões de links nacionais sobre dança tribal:

http://pt-br.facebook.com/home.php?sk=group_139452062781316 (facebook)
http://tribalbahia.wordpress.com/2010/02/07/joline-andrade/
http://www.dancatribal.com.br/index.php
http://atseits.blogspot.com/
http://www.jhadesharif.com/tribal
http://www.youtube.com/watch?v=imO_BuUY5ds&feature=related (Damballah)

E aqui, nosso vídeo promocional, com o show que realizamos na conclusão do nosso primeiro curso extensivo em 2010.

http://www.youtube.com/watch?v=LjtGJTBV0KQ&feature=related